O enem é noso!
Twitter do Rafinha Bastos veio com essa agora:
Descoberto o ladrão do Enem

E uma guria, muito bem intencionada por sinal, comentou:
“É montagem! Se fosse verdade estaria escrito: “O Enem é noso’! #fato haushuahsuhaus”
Eu achei melhor corrigir a guria que tinha escrito: “hé montagem”. Porque, tics, tics, que vergonha, ãh!
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No outro, nós mesmos
É engraçado. A gente lê Ovídio, Shakespeare, gente que viveu há muito tempo, em um mundo muito diferente do nosso. E a gente se identifica. E ri. E se emociona.
Isso pra ser ver, que nesses milênios de civilização (ai, se o Délcio ler isso ele caça o meu diploma) a humanidade não mudou tanto assim. Temos a mesma natureza, as mesmas aspirações, os mesmos defeitos. Enfim, somos os mesmo homens de outrora.
Também é engraçado como esses autores consagrados conseguem ler a nossa alma, os nossos pensamentos. E exprimir aquilo que até a pouco, para nós, era absolutamente inexprimível. Eles falam aquilo que gostaríamos de falar. Eles percebem as nossas maquinações mais nossas. E expõe. E a gente se delícia, ao ver, no outro, nós mesmos.
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Agora, é a minha vez!
Tá, tô meio frustrada. Porque ninguém lê os meus blogs. E no final eu escrevo para que alguém leia e me dê um feed-back, do tipo: Adoreeei!. Só desse tipo, fique bem claro!
Mas aí veio a luz. E eu me tornei Iluminada! De uma luz roxa, fazer o quê?
Esse é o meu blog e antes de escrever para alguém ler, eu escrevo para mim. Para eu ler, pra me entender. Para me divertir.E eu vou escrever loucamente, mesmo que ninguém leia!
Porque ter um blog é uma das experiências mais reveladores da vida de alguém. Como já se disse: num blog você está de bíquini. Você fala o que quiser, quanto quiser, e sobre o que quiser. E eu adoro falar!
Portanto, ter um blog pra escrever, mesmo que ninguém leia, é uma realização!
Tá, eu sei que alguns amigos meus vêm aqui sometimes. E não me abandonem por favor eu amo vocês!
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Enquanto isso…
1. Desconheço o termo em questão.
2. Ignoro o paradeiro dessa pessoa em particular.
3. Não tenho uma resposta apropriada para isso.
4. Poderia instruir no aspecto que acaba de mencionar?
5. Meus conhecimentos não abrangem essa determinada área.
6. Ignoro o fim ou meta de tal processo.
7. Não tive a vontade de conhecer esse lugar.
8. Este aspecto é totalmente alheio a minha pessoa.
9. Isso é algo que eu gostaria de saber tanto como você.
10. Falar a verdade fico até envergonhado de falar algo na frente de quem entende tanto do assunto.
Tirado daqui ó
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Sobre nada e nada
Como eu já informei meus followers no twitter, meu cérebro, finalmente, voltou a funcionar satisfatóriamente.
Foram semanas, que ele parecia estar hibernando, só conseguia controlar as funções fisiológicas mais básicas: respirar, piscar, dormir e comer. E comer muuuuito. Dormim idem. O que acabou me rendendo umas semanas: “Ahhhh, que gorda”. Tipo a música do Mika: “Walks in to the room, feels like a big ballon”. Enfim, resolvi ficar de regime. Já imaginando, é claro, que o meu regime iria durar uns dois dias. E olha, até que durou uma semana (tá durando ainda)! Mas a questão é que agora que o meu cérebro voltou a funcionar, eu pretendo, voltar a escrever. E escrever muuuuuito. E escrever sobre qualquer coisa.
Só pra me sentir viva. E inteligente.
Então, estou preparando posts
Beijos galere!
Nossa, se eu não soubesse que entram os meus amigos aqui (e só) eu morreria de vergonha.
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Blood

Essa é a mesa de centro do Dexter:

Dá uma olhada no disaini, que coisa fofa! Fofa?! Hahahaha
Tá, vir aqui postar a imagem de uma mesa é o uó. Mas é que muitolegal(Y)
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Strangers
Por um momento eu fiquei indecisa entre postar esse vídeo aqui no Fala Garota, ou no Olhando para o alto. Mas como o tema do vídeo é a tolerância e empatia, achei interessante postar em ambos.
Preconceito, racismo, é burrice. Falomesmo!
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[Suspiro feliz]
Hoje o meu dia está azul. Celeste. Com purpurina dourada aqui e acolá.
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Now, listeeenn babeeee
Hoje o dia tá cinza.
E não cinza como esse blog, que tem uma estética discreta e chic. Com umas cores aqui e ali.(Haha!).
Tá cinza de sem graça. De sem cor, sem perfume, sem música. Sem nada.
Tá, talvez uma musiquinha. Aquelas de elevador.
E se não fizesse um lindo dia de sol lá fora, eu não sentiria tudo tão cinza.
Mas hoje é sábado. E, psra alegrar o meu dia, eu vou colocar os fones, subir numa cadeira, pegar o controle remoto e cantar descontroladamente:
Listeeeen babeeee:
Ain’t no mountain high, ain’t no valley low, ain’t no river wide enough babe…
If you need me call me, no matter where you are, no matter how far…
E assim vou sendo feliz e perdendo a noção do ridículo.
Ah, mas confessa, você também faz a mesma coisa. E faz na frente do espelho.
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Tudo por amor
“Conheci um rapaz de outro estado e, depois de oito meses de muitas viagens e juras de amor, deixei a faculdade, pedi demissão do trabalho e fui morar com ele. Consegui um ótimo emprego e, embora longe da minha familia e dos meus amigos, estava feliz. Porém, em menos de dois meses, ele mudou. Começou a dizer que eu era feia e que tinha vergonha de sair comigo. Sou uma tipica garota do sul, loira e alta; ele é baixinho filho de japoneses. A situação foi piorando. Voltei para minha casa, tive depressão e doenças pscicossomáticas. Como uma pessoa pode mudar tanto?”
Retirado da revista Claúdia
A pergunta não seria: “Como eu pude ser tão burra inocente?”
Aliás, ela tá chamando ele de feio e ingrato: “Sou uma tipica garota do sul, loira e alta; ele é baixinho filho de japoneses”?
Hahaha! Tomara que eu não pague a minha língua… Tomara.
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